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Textos, poemas, reflexões... a essência verdadeira que existe em cada ser... "Só se vê bem com o coração... o essencial é invisível aos olhos." (Antoine de Saint-Exupéry)
sábado, 21 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Canções de Rei
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Canções de Rei (Max Viana)
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Se eu fosse algum rei,
Fosse o teu Senhor
Eu proclamava a tua boca
Um reinado meu
O teu corpo nu, meu santuário
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Se eu fosse algum rei,
Teu imperador
Eu ordenava teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário...
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Inventava canções de rei,
Conquistava o teu amor,
Desobedeceria a lei,
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei,
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor...
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Se eu fosse algum rei,
Fosse o teu Senhor
Eu proclamava a tua boca
Um reinado meu
O teu corpo nu, meu santuário
.
Se eu fosse algum rei,
Teu imperador
Eu ordenava teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário...
.
Inventava canções de rei,
Conquistava o teu amor,
Desobedeceria a lei,
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei,
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor...
Ouça aqui!
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sábado, 7 de agosto de 2010
Amor e poesia
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Amor e poesia (versão feminina)
E depois do amor,
Acordou sorrindo em meio a seus afagos,
E, num doce abraço
Pôde sentir toda a beleza
Daquele corpo nu
Intenso e viril
Por inteiro sobre o seu...
Recordações lhe vieram à mente...
Viu estrelas
Onde não havia céu...
Sentiu-se mulher,
Em toda sua plenitude,
Despudorada,
Não apenas desejada,
Mas principalmente amada!
Extasiou-se com a mais bela poesia
penetrando em suas entranhas,
Em sua alma, em seu corpo e em todo o seu ser...
E, na urgência louca de amar,
Num uníssono perfeito,
Regado novamente de amor e poesia
Fizeram um amor perfeito outra vez
Até o alvorecer...
Regado novamente de amor e poesia
Fizeram um amor perfeito outra vez
Até o alvorecer...
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(By Regina)
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O trem da vida...
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“Há algum tempo, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma literatura extremamente interessante, quando bem interpretada.
Isso mesmo, a vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.
Quando nascemos entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que, julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível… mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser super especiais para nós, embarquem.
Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.
Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem somente tristezas. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que, quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante o trajeto, atravessemos com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles… só que, infelizmente, jamais, poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar.
Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas… porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem, então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e provavelmente, precisaremos entender porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que não entenderá.
O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em que parada desceremos, muito menos nossos companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades… acredito que sim. Mas separar de alguns amigos que fiz nele será, no mínimo dolorido. Deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos, com certeza será muito triste, mas me agarro na esperança que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que tinham quando embarcaram… e o que vai me deixar feliz, será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa…
Amigos, façamos com que a nossa estada, nesse trem, seja tranqüila, que tenha valido a pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.”
Isso mesmo, a vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.
Quando nascemos entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que, julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível… mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser super especiais para nós, embarquem.
Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.
Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem somente tristezas. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por ele de uma forma que, quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos; portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante o trajeto, atravessemos com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles… só que, infelizmente, jamais, poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém ocupando aquele lugar.
Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas… porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem, então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando, sempre que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e provavelmente, precisaremos entender porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que não entenderá.
O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em que parada desceremos, muito menos nossos companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades… acredito que sim. Mas separar de alguns amigos que fiz nele será, no mínimo dolorido. Deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos, com certeza será muito triste, mas me agarro na esperança que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que tinham quando embarcaram… e o que vai me deixar feliz, será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa…
Amigos, façamos com que a nossa estada, nesse trem, seja tranqüila, que tenha valido a pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.”
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(Desconheço autoria)
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Amor verdadeiro...
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Quem realmente ama, dá tudo e nada pede.
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Quem pede e exige da pessoa que diz amar demonstra que verdadeiramente não ama: ao contrário, revela o egoísmo em alto grau.
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Amar não é receber, é dar.
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Não é pedir, mas proporcionar felicidade desinteressadamente.
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O melhor exemplo do amor verdadeiro é o das mães, que sabem amar com renúncia.
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.O amor é uma doação e não uma exigência.
.Quem realmente ama, dá tudo e nada pede.
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Quem pede e exige da pessoa que diz amar demonstra que verdadeiramente não ama: ao contrário, revela o egoísmo em alto grau.
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Amar não é receber, é dar.
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Não é pedir, mas proporcionar felicidade desinteressadamente.
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O melhor exemplo do amor verdadeiro é o das mães, que sabem amar com renúncia.
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(Pastorino, C. Torres. MINUTOS DE SABEDORIA. Rio de Janeiro, Ed. Vozes Ltda, 1994)
.sábado, 31 de julho de 2010
Kira kira
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Kira Kira (Oda Kazumasa)
Composição: Oda Kazumasa
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Yura yura yura kokoro wa yureru
Kira kira kira toki wa kagayaiteru
Ima mou ichido yakusoku suru
Keshite kimi no koto o uragiranai
Tooku ni mieru sono yume o
Mada akiramanai de
Kanarazu soko made tsurete iku kara
.
Tamerau sono kimochi mo
Subete kono te ni kawashite
Deaete yokatta to
Ieru hi ga kitto kuru
.
Yura yura yura kokoro wa yureru
Kira kira kira toki wa kagayaiteru
Itsu no hi ni ka mata modoreru nara
Sono toki kaeritai kono basho e
Setsunai omoide wa futari kasanete yuku mono
Mata kuru kanashimi wa koete yuku mono
.
Ima wa tada me no mae no kimi o dakishimete itai
Ashita no namida wa ashita nagaseba ii
.
Kono ai wa doko mademo
Zutto tsuzuite iku kara
Ashita no futari ni mada minu kaze ga fuku
.
Uh koushite ima ga sugite yuku nara
Mou kataru beki mono wa nai
Itsushika nemuri ni tsuita kimi o mitsumereba
Kirameku hoshi wa sora ni afureteru
.
Ima wa tada me no mae no kimi o dakishimete itai
Ashita no namida wa ashita nagaseba ii
.
Ima dakara dekiru koto
Sore o keshite wasurenai de
kono toki kono futari koko e wa modorenai
.
Kono ai wa doko mademo
Zutto tsuzuite iku kara
Ashita no futari ni mada minu kaze ga fuku
.
Yura yura yura kokoro wa yureru
Kira kira kira toki wa kagayaiteru
Ima mou ichido yakusoku suru
Keshite kimi no koto o uragiranai
Tooku ni mieru sono yume o
Mada akiramanai de
Kanarazu soko made tsurete iku kara
.
Tamerau sono kimochi mo
Subete kono te ni kawashite
Deaete yokatta to
Ieru hi ga kitto kuru
.
Yura yura yura kokoro wa yureru
Kira kira kira toki wa kagayaiteru
Itsu no hi ni ka mata modoreru nara
Sono toki kaeritai kono basho e
Setsunai omoide wa futari kasanete yuku mono
Mata kuru kanashimi wa koete yuku mono
.
Ima wa tada me no mae no kimi o dakishimete itai
Ashita no namida wa ashita nagaseba ii
.
Kono ai wa doko mademo
Zutto tsuzuite iku kara
Ashita no futari ni mada minu kaze ga fuku
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Uh koushite ima ga sugite yuku nara
Mou kataru beki mono wa nai
Itsushika nemuri ni tsuita kimi o mitsumereba
Kirameku hoshi wa sora ni afureteru
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Ima wa tada me no mae no kimi o dakishimete itai
Ashita no namida wa ashita nagaseba ii
.
Ima dakara dekiru koto
Sore o keshite wasurenai de
kono toki kono futari koko e wa modorenai
.
Kono ai wa doko mademo
Zutto tsuzuite iku kara
Ashita no futari ni mada minu kaze ga fuku
Ouça aqui!
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Ama
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.Ama a simplicidade;
Ama a ociosidade criativa;
Ama a vida, a beleza, a poesia;
Ama as coisas que dão alegria;
Ama a natureza e a reverência pela vida;
Ama os mistérios;
Ama a educação como fonte de esperança e transformação;
Ama todas as pessoas, mas com um carinho muito especial pelos alunos e professores;
Ama Deus, mas tem sérios problemas com o que as pessoas pensam e / ou dizem a Seu respeito;
Ama as crianças e filósofos - ambos têm algo em comum: fazer perguntas;
Ama, ama, ama, ama...
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(Rubem Alves)
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(Rubem Alves nasceu em 15/09/1933 em Boa Esperança, Minas Gerais. Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia, Psicanalista e professor emérito da Unicamp. Tem três filhos e cinco netas. Poeta, cronista do cotidiano, contador de histórias, um dos mais respeitados intelectuais do Brasil.)
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Invasão
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Vieste repentinamente, num momento de silêncio e desamor...
E, antes que eu me permitisse,
Já estava envolta em seus braços, enfeitiçada com seus abraços...
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E, antes que eu me permitisse,
Já estava envolta em seus braços, enfeitiçada com seus abraços...
.
Sem pedir licença, invadiste todos os meus sentidos,
Descobriste todos os meus segredos,
Alcançaste o meu querer,
Encheste-me de amor...
.Descobriste todos os meus segredos,
Alcançaste o meu querer,
Encheste-me de amor...
Rompemos todas as regras,
Permitimos que o sentimento deixasse correr
Sem querer...
.
E foi assim,
Desejando, mas nos condenando
Que acabamos descobrindo
Que não podemos mais viver
Um sem o outro
Eternamente,
Todos os dias,
A cada amanhecer...
Permitimos que o sentimento deixasse correr
Sem querer...
.
E foi assim,
Desejando, mas nos condenando
Que acabamos descobrindo
Que não podemos mais viver
Um sem o outro
Eternamente,
Todos os dias,
A cada amanhecer...
(By Regina)
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
"O gato malhado e a andorinha Sinhá" (Jorge Amado)
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O gato malhado e a andorinha Sinhá
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“(...) O Vento e a Manhã, o Papagaio, a Vaca Mocha, o Pato Branco, o Pombo e a Pomba, a Coruja, todos os habitantes da Floresta acompanharam o caso de amor impossível, igual a muitos que acontecem no mundo às vezes incompreensível dos meninos e das meninas, a que somente o amor dá forças e significado às coisas, nesta bela história inventada e escrita por Jorge Amado, o escritor que levou o nome do Brasil a todos os cantos do mundo.” (Antonio Olinto)
.
Com esta apresentação, o livro “O gato malhado e a andorinha Sinhá”, dispensa quaisquer outros mais comentários, a não ser que você, querido(a) amigo(a), não seja chegado a uma bela e emocionante história de amor, mesmo que seja a história de um amor impossível entre um gato feio e uma adorável andorinha!
.
Apesar de ser um livro direcionado ao público infanto-juvenil, sua leitura é indispensável aos adultos que curtem a pureza, a delicadeza e a poeticidade em seu estado mais pleno e encantador que somente Jorge Amado conseguia captar em sua essência.
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Encante-se com a maestria de sua escrita, no uso da metáfora e na beleza de sua poesia:
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“(...) Com um beijo, a Manhã apaga cada estrela enquanto prossegue a caminhada em direção ao horizonte. Semi-adormecida, bocejando, acontece-lhe esquecer algumas sem apagar. Ficam as pobres acesas na claridade, tentando inutilmente brilhar durante o dia, uma tristeza.(...)”
.
“Este é um capítulo curto porque o Verão passou muito depressa com o seu sol ardente e suas noites plenas de estrelas. É sempre rápido o tempo da felicidade. O Tempo é um ser difícil. Quando queremos que ele se prolongue, seja demorado e lento, ele foge às pressas, nem se sente o correr das horas. Quando queremos que ele voe mais depressa que o pensamento, porque sofremos, porque vivemos um tempo mau, ele escoa moroso, longo é o desfilar das horas. Curto foi o tempo do Verão para o Gato e a Andorinha. Encheram-se com passeios vagabundos, com longas conversas à sombra das árvores, com sorrisos, com palavras murmuradas, com olhares tímidos, porém expressivos, com alguns arrufos também... (...)”
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Um livro que encantou-nos!! À mim, e ao meu pequeno sobrinho Thiti!! Recomendamos!!
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O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
Jorge Amado
Companhia das letrinhas, 125 págs.
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(Obs.: Jorge Amado colheu essa história de amor de uma trova do poeta Estêvão da Escuna, que a costumava recitar no Mercado das Sete Portas, em Salvador, e a colocou no papel com o tom fabular dos contos infanto-juvenis em 1948, quando vivia em Paris. Não era uma história para ser publicada, mas um presente para o filho, João Jorge, que completava um ano de idade. Guardado entre as coisas do menino, o texto só foi reencontrado em 1976. João Jorge entregou então a narrativa a Carybé, que ilustrou as páginas datilografadas. Segundo palavras do próprio autor, em 1976, quando o livro foi editado: “O texto é editado como escrevi em Paris, há quase trinta anos. Se fosse bulir nele, teria de reestruturá-lo por completo, fazendo-o perder sua única qualidade: a de ter sido escrito simplesmente pelo prazer de escrevê-lo, sem nenhuma obrigação de público e de editor.”)
“(...) O Vento e a Manhã, o Papagaio, a Vaca Mocha, o Pato Branco, o Pombo e a Pomba, a Coruja, todos os habitantes da Floresta acompanharam o caso de amor impossível, igual a muitos que acontecem no mundo às vezes incompreensível dos meninos e das meninas, a que somente o amor dá forças e significado às coisas, nesta bela história inventada e escrita por Jorge Amado, o escritor que levou o nome do Brasil a todos os cantos do mundo.” (Antonio Olinto)
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Com esta apresentação, o livro “O gato malhado e a andorinha Sinhá”, dispensa quaisquer outros mais comentários, a não ser que você, querido(a) amigo(a), não seja chegado a uma bela e emocionante história de amor, mesmo que seja a história de um amor impossível entre um gato feio e uma adorável andorinha!
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Apesar de ser um livro direcionado ao público infanto-juvenil, sua leitura é indispensável aos adultos que curtem a pureza, a delicadeza e a poeticidade em seu estado mais pleno e encantador que somente Jorge Amado conseguia captar em sua essência.
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Encante-se com a maestria de sua escrita, no uso da metáfora e na beleza de sua poesia:
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“(...) Com um beijo, a Manhã apaga cada estrela enquanto prossegue a caminhada em direção ao horizonte. Semi-adormecida, bocejando, acontece-lhe esquecer algumas sem apagar. Ficam as pobres acesas na claridade, tentando inutilmente brilhar durante o dia, uma tristeza.(...)”
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“Este é um capítulo curto porque o Verão passou muito depressa com o seu sol ardente e suas noites plenas de estrelas. É sempre rápido o tempo da felicidade. O Tempo é um ser difícil. Quando queremos que ele se prolongue, seja demorado e lento, ele foge às pressas, nem se sente o correr das horas. Quando queremos que ele voe mais depressa que o pensamento, porque sofremos, porque vivemos um tempo mau, ele escoa moroso, longo é o desfilar das horas. Curto foi o tempo do Verão para o Gato e a Andorinha. Encheram-se com passeios vagabundos, com longas conversas à sombra das árvores, com sorrisos, com palavras murmuradas, com olhares tímidos, porém expressivos, com alguns arrufos também... (...)”
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Um livro que encantou-nos!! À mim, e ao meu pequeno sobrinho Thiti!! Recomendamos!!
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O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
Jorge Amado
Companhia das letrinhas, 125 págs.
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(Obs.: Jorge Amado colheu essa história de amor de uma trova do poeta Estêvão da Escuna, que a costumava recitar no Mercado das Sete Portas, em Salvador, e a colocou no papel com o tom fabular dos contos infanto-juvenis em 1948, quando vivia em Paris. Não era uma história para ser publicada, mas um presente para o filho, João Jorge, que completava um ano de idade. Guardado entre as coisas do menino, o texto só foi reencontrado em 1976. João Jorge entregou então a narrativa a Carybé, que ilustrou as páginas datilografadas. Segundo palavras do próprio autor, em 1976, quando o livro foi editado: “O texto é editado como escrevi em Paris, há quase trinta anos. Se fosse bulir nele, teria de reestruturá-lo por completo, fazendo-o perder sua única qualidade: a de ter sido escrito simplesmente pelo prazer de escrevê-lo, sem nenhuma obrigação de público e de editor.”)
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Céu de Santo Amaro
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Céu de Santo Amaro (Flávio Venturini)
Composição: Flávio Venturini / Caetano Veloso
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Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós
A força desse amor
Nos invadiu...
Com ela veio a paz, toda beleza de sentir
Que para sempre uma estrela vai dizer
Simplesmente amo você...
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Meu amor...
Vou lhe dizer
Quero você
Com a alegria de um pássaro
Em busca de outro verão
Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei
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Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei
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Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós
A força desse amor nos invadiu...
Então...
Veio a certeza de amar você...
Ouça aqui!
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